
PROGRAMAÇÃO DO EVENTO
Local do Evento: UFPA
Coordenador do evento: Prof. Dr. Márcio Couto Henrique e Prof. Dr. Karl Arenz.
Técnicos: Lívia Maia, Leonardo Raiol, Vanice Siqueira Melo, Leila Alves, Caio Reis Veiga, Taíssa Cordeiro Bichara e Marcelo Barge Rodrigues, Eveline Almeida.
Data: 24, 25 e 26 de setembro de 2019.
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Primeiro dia – (terça-feira) Manhã.
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8h ás 10hs: Credenciamento.
10h ás 12 hs: Conferência de Abertura.
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Conferencista: Okitidi Sompré (Graduada em Medicina/UFPA).
Local: Auditório Setorial Básico II.
Primeiro dia – (terça-feira) Tarde – 14h as 16hs.
Mesa Redonda 01: “Guerras Indígenas”
Palestrantes: Prof°. Dr. Décio Guzmán (UFPA); Profª. Dra. Wânia Alexandrino Viana (UFOPA) e Profª. Me. Vanice Siqueira Melo (Doutoranda/ UFPA/UPO/ UFOPA).
Mediador: Prof°. Leonardo Raiol.
Local: Auditório Setorial Básico II.
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Primeiro dia - (terça-feira) – 16:15h às 18 hs
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Mesa Redonda 01: 1ª Marcha das Mulheres Indígenas: “Território: nosso corpo, nosso espírito”.
Palestrantes: Antropóloga Ana Manoela Karipuna (Mestranda/UFPA) e Suzana Karipuna (Técnica Goeldi).
Mediadora: Profª. Me. Vanice Siqueira Melo (Doutoranda/PPHIST/UFOPA)
Segundo dia – (quarta-feira) - Manhã: Minicursos- 9h às 12h
MC 01: Política Indigenista no Regime Militar: Etnocídio e Genocídio Como Projeto de Governo.
Coordenadorxs: Prof°. Me. Murilo Bitar.
Local: Sala UFPA
MC 02: Fontes Coloniais para História Indígena e do Indigenismo: Pesquisa e Ensino.
Coordenadorxs: Profª. Esp. Lívia Maia (Mestranda/UFPA) e Prof. Esp. Marcelo Barge (Mestrando/UFPA); Profª. Me. Luana Ribeiro.
Local: Sala UFPA.
MC 03: Educação e Diferença: Interfaces Entre História Indígena e Educação Inclusiva.
Coordenadorxs: Prof° Me. Netto Padovani (Doutorando/ PPHIST/SEDUC) e Prof°. Me. Rafael Amaro (SEDUC).
Local: Sala UFPA
MC 04: Ações Afirmativas para indígenas nas universidades brasileiras: conquistas e desafios
Coordenadorxs: Profª. Me. Eveline Almeida (Doutoranda/ UFF/ UFOPA) e Prof.ª Me. Eliene Rodrigues Putira Sucuena. (Doutoranda/ UFPA/APYEUFPA).
Local: Sala UFPA
MC 05: Educação Para as Relações Étnico-raciais em Livros Didáticos de História
Coordenadorxs: Prof. Dr. Mauro Coelho (UFPA).
Local: Sala UFPA
MC 06: Arqueologia em Terra Indígena e História Antiga na Amazônia.
Coordenador: Prof. Me. Vitor da Mata (Doutorando/UFPA).
Local: Sala UFPA
Segundo dia – (quarta-feira) -Tarde – 14h às 16hs.
Mesa Redonda 02: Políticas Indigenistas Contemporâneas: seis meses de profundas transformações.
Palestrantes: Profª. Me. Sara Suliman (UEPA) Prof°. Me. Murilo Bitar; Ronaldo Amanayé Ararãnd´ewara (Graduando/UFPA).
Mediador: Prof° Me. André Pompeu.
Local: Auditório Setorial Básico II.
Tarde – 16:15h as 18hs.
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Mesa Redonda 03: “Movimento Estudantil Indígena nas Universidades: Desafios e Conquistas.”
Palestrantes: Virgínia Arapaso (Presidente da Associação dos Povos Indígenas Estudantes na Universidade Federal do Pará - APYEUFPA); Representante da APYEUFPA; Antropóloga Bruna Vaz (Mestranda/ PPGA/UFPA).
Mediadora: Profª. Me. Eveline Almeida (Doutoranda/ UFF/UFOPA).
Local: Auditório Setorial Básico II.
Terceiro dia – (quinta-feira) - Manhã- Minicursos – 9h às 12h.
MC 01: Política Indigenista no Regime Militar: Etnocídio e Genocídio Como Projeto de Governo.
Coordenadorxs: Profº. Me. Murilo Bitar.
Local: Sala da UFPA.
MC 02: Fontes Coloniais Para História Indígena e do Indigenismo: Pesquisa e Ensino.
Coordenadorxs: Profª. Esp. Lívia Maia (Mestranda/UFPA) e Prof°. Esp. Marcelo Barge (Mestrando/ UFPA); Profª. Me. Luana Ribeiro.
Local: Sala da UFPA.
MC 03: Educação e Diferença: Interfaces Entre História Indígena e Educação Inclusiva.
Coordenadorxs: Profº. Me. Netto Padovani (Doutorando/PPHIST/SEDUC) e Prof. Me. Rafael Amaro (SEDUC)
Local: Sala da UFPA.
MC 04: Ações Afirmativas para indígenas nas universidades brasileiras: conquistas e desafios
Coordenadorxs: Profª. Me. Eveline Almeida de Sousa (Doutoranda UFF/UFOPA) e Prof.ª Me. Eliene Rodrigues Putira Sucuena. (Doutoranda/ UFPA/APYEUFPA).
Local: Sala da UFPA.
MC 05: Educação Para as Relações Étnico-raciais em Livros Didáticos de História
Coordenadorxs: Prof. Dr. Mauro Coelho (UFPA).
Local: Sala da UFPA.
MC 06: Arqueologia em Terra Indígena e História Antiga na Amazônia.
Coordenador: Prof. Me. Victor da Mata Martins (Doutorando/ UFPA).
Local: Sala da UFPA.
Terceiro dia – (quinta-feira) – Tarde.
14h ás 16h – Fórum Temático: “269 dias de guerra contra os povos indígenas”: desgoverno, perseguição e resistência.
Debatedores: Profª. Esp. Taynara Portal; Representante da APYEUFPA; Bruna Reis (Mestranda/UFPA); Timei Assurini, Prof°. Me. Elias Abner Ferreira.
Mediadora: Profª. Me. Sara Suliman (UEPA).
17h ás 18hs - Conferência de Encerramento: “A Agência Roubada – O protagonismo indígena e os mitos fundadores do imaginário ocidental sobre a Amazônia.”
– Conferencista: Prof. Dr. Almir Diniz de Carvalho Júnior. (UFAM)
Local: Auditório Setorial Básico II.
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MINICURSOS:
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Minicurso 01: Política Indigenista no Regime Militar: Etnocídio e Genocídio Como Projeto de Governo.
Coordenadorxs: Profº. Me. Murilo Bitar.
Resumo
Este minicurso tem como objetivo refletir sobre os caminhos políticos e jurídicos que os Governos Militares (1964-1985) tomaram em sua política indigenista. Para tanto, verificaremos a prática política e a produção jurídica que a acompanha e informa, sem esquecer do contexto internacional no qual se colocava e do qual se nutria. O minicurso focalizará especialmente a interpretação jurídica em cotejo aos atos governamentais colhidos em relatos, depoimentos e documentos contemporâneos e posteriores ao período, como o Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade. Ao fim, os participantes terão desenvolvido informado debate a respeito da política indigenista de boa parte da segunda metade do século XX.
Palavras-Chave: Política Indigenista; Regime Militar; Genocídio; Etnocídio.
Minicurso 02: Fontes Coloniais Para História Indígena e do Indigenismo: Pesquisa e Ensino.
Coordenadorxs: Profª. Esp. Lívia Maia (Mestranda/UFPA) e Prof. Esp. Marcelo Rodrigues (Mestrando/UFPA) e Profª. Me. Luana Ribeiro.
Resumo
Nas últimas quatro décadas, ocorreu a criação e disponibilização em rede de um número cada vez maior de arquivos públicos e privados ao redor do mundo, principalmente nos Estados Unidos e na Europa. Estes arquivos ampliam as possibilidades de pesquisa sobre a temática indígena e do indigenismo na Amazônia e no Brasil, eles incluem documentos sobre o Brasil Colonial. Fontes que anteriormente estavam condicionadas à pesquisa física, que requeriam altos custos de deslocamento e de subsistência dos pesquisadores, agora estão disponíveis na tela de nossos computadores. Fortalecendo as investigações, enriquecendo debates e ampliando as fontes utilizadas nas pesquisas, além de trazer densidade para as nossas abordagens. Essa democratização das fontes é possível em razão do protocolo da “Iniciativa dos Arquivos Abertos” – “Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting” – OAI-PMH, que permite o intercâmbio de informações entre instituições e países. Desta feita, tal iniciativa possibilitou que estes documentos fossem utilizados na sala de aula, como meios capazes de promover a problematização e o desenvolvimento de um pensamento crítico. Auxiliando na desconstrução de estereótipos acerca da colonização, da história indígena e do indigenismo, presentes nos livros didáticos e fora deles. Portanto, este minicurso objetiva, com base na exposição de fontes coloniais, fomentar o debate e análise de tais documentos. Nesse sentido, haveria um diálogo entre os sujeitos contidos na fonte histórica e o seu observador. Assim como, o docente seria o responsável por tornar possível esse contato e diálogo entre o discente e a fonte.
Palavras-Chave: Fontes Coloniais; Indígena; Indigenismo; Ensino.
Bibliografia
APOLINÁRIO, Juciene Ricarte. “Documentos e Instrumentos de pesquisa de História Indígena e do Indigenismo d'Aquém e d'Além-Mar Atlântico: uma discussão “necessária, urgente e inadiável”. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH . São Paulo, julho 2011.
ABRANTES, Maria Luísa Meneses. “Fontes para a história do Brasil colonial existentes no Arquivo Histórico Ultramarino”. In: Revista Acervo, Rio de Janeiro, v.10, nº 1, p. 17-28, jan/jun 1997.
ALMEIDA, Paulo Roberto; FINS, Francisco Rogido. “A pesquisa histórica sobre o Brasil nos arquivos dos Estados Unidos: identificação preliminar e projeto de compilação”. Revista Brasileira de Política Internacional, v. 44 n.1, p. 151-154, 2001.
BERTOLLETI, Esther Caldas. “Novas tecnologias facilitam a pesquisa histórica: a experiência do Projeto Resgate – “Barão do Rio Branco”. In: Revista Fontes, Ano 1-Nº1, maio de 2002.
BERTOLETTI, Esther Caldas; BELLOTTO, Heloísa Liberalli; DIAS, Erika Simone de Almeida Carlos. “O projeto resgate de documentação histórica Barão do Rio Branco: acesso às fontes da história do Brasil existentes no exterior”. Clio – Revista de Pesquisa História, n. 29.1, p.1-26, 2011.
BITTENCOURT, Circe Maria F. “Usos didáticos de documentos”. In: Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2011.
BOSCHI, Caio César. O Brasil-Colônia nos arquivos históricos de Portugal. São Paulo: Alameda, 2011. Europeana. Disponível em: <www.europeana.eu>. Acesso em 14 de maio 2014.
BURKE, Peter. Testemunha ocular: história e imagem. Bauru: EDUSC, 2004.
CARVALHO, Marieta Pinheiro de. “O Arquivo Nacional na “Sala de Aula”: fontes históricas na construção do conhecimento”. Revista História Hoje, vol. 6, nº 12, 2007.
CAVALCANTE, Thiago Leandro Vieira. Etno-história e história indígena: questões sobre conceitos, métodos e relevância da pesquisa. In: Rev. História (São Paulo) v.30, n.1, p. 349-371, jan/jun 2011.
FABRÍCIO, Arthur Rodrigues, Etal.“Fontes escritas e imagens em sala de aula de história: reflexões no âmbito da formação inicial de professores”. Revista Educação e Linguagens. Campo Mourão, v. 3, n. 5, jul./dez. 2014.
FONSECA, Selva Guimarães. Didática e prática de ensino de história: experiência, reflexões e aprendizados. São Paulo: Papirus, 2003.
GUIMARÃES, Elisa. Texto, discurso e ensino. São Paulo: Contexto, 2009.
MENDONÇA, Paulo Knauss.” Documentos históricos na sala de aula”.In: Primeiros Escritos, n. 1 – jul./ago. 1994.
ROCHA, Ivan Esperança, WINER, Doc. “Europeana: um projeto de digitalização e democratização do patrimônio cultural europeu”. Patrimônio e Memória, v.9, n. 1, p.113-127, 2013.
SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donizete Benzi. (orgs.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. Brasília: Mari/Unicef/Unesco, 1995.
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MC 03: Educação e Diferença: Interfaces Entre História Indígena e Educação Inclusiva.
Coordenadorxs: Profº. Me. Netto Padovani (Doutorando PPHIST/SECUC) e Prof. Me. Rafael Amaro (Doutorando PPHIST/UEPA/SEDUC).
Resumo
Este minicurso tem como objetivo trazer a reflexão o ensino da História Indígena em contextos inclusivos. Neste sentido, a Educação Inclusiva em seus aspectos históricos (História da Educação Inclusiva e Ensino de História na Educação Inclusiva) precisa também ser reivindicado pelos profissionais com formação em História, uma vez que trata-se de um campo que ao longo do tempo foi amplamente ocupado por profissionais de outras áreas. O minicurso terá foco nos elementos pertinentes a História Indígena e suas formas de apropriação por alunos Surdos, desta forma, promoverá um amplo debate acerca das construções de sinais, das representações e das narrativas sinalizadas em torno das questões indígenas no interior das especificidades culturais da surdez.
Palavras-Chave: Ensino de História; História Indígena; Educação Inclusiva.
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Minicurso 04: Ações Afirmativas para indígenas nas universidades brasileiras: conquistas e desafios
Coordenadorxs: Profª. Me. Eveline Almeida de Sousa (Doutoranda UFF/UFOPA) e Prof.ª Me. Eliene Rodrigues Putira Sucuena. (Doutoranda/ UFPA/APYEUFPA).
Resumo
O minicurso discutirá a presença de alunos indígenas no ensino superior no Brasil, por meio das políticas de inclusão e das experiências dos sujeitos indígenas nas universidades. Serão analisados o sistema de ingresso e reserva de vagas, a permanência, as formas de acompanhamento pedagógico e as vivências desses grupos no espaço acadêmico, com ênfase nas instituições de ensino superior da Amazônia. Deste modo, pensando as práticas e o alcance das ações afirmativas para indígenas, destaca-se os significados desse processo para algumas etnias e, como sua presença pode suscitar mudanças metodológicas e epistemológicas nas universidades.
Dia 1: Legislação; Formas de ingresso e seus critérios; Permanência, auxílios e acompanhamento.
Dia 2: Experiências indígenas na universidade; Conquistas e limites das ações afirmativas; significados da academia para os indígenas.
Bibliografia
BANIWA, Gersem. Antropologia indígena: o caminho da descolonização e da autonomia indígena. 26ª Reunião Brasileira de Antropologia, Porto Seguro, 2008. Disponível em http://www.abant.org.br/conteudo/ANAIS/CD_Virtual_26_RBA/mesas_redondas/trabalhos/MR%2018/gersem%20baniwa.pdf
BERGAMASCHI, Maria Aparecida. DOEBBER, Michele Barcelos. BRITO, Patricia Oliveira. Estudantes indígenas em universidades brasileiras: um estudo das políticas de acesso e permanência. Rev. Bras. Estud. Pedagog., Brasília, v. 99, n. 251, p.37-53, jan./abr. 2018.
LIMA, Antonio Carlos S; BARROSO HOFFMAN, Maria (Org.). Desafios para uma educação superior para os povos indígenas no Brasil: políticas públicas de ação afirmativa e direitos culturais diferenciados. Rio de Janeiro: LACED/Museu Nacional/UFRJ, 2007.
SOUSA, Eveline Almeida. GÓIS, Diego Marinho. Estudiantes Indígenas en la Universidad Federal Del Oeste de Pará (UFOPA), Santarém (Brasil): Waiwai, Arapium y Tupinambá. Boletín Americanista, Barcelona, V. 2, p. 113-131, 2017.
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Minicurso 06: Arqueologia em Terra Indígena e História Antiga na Amazônia.
Coordenador: Prof. Me. Vitor da Mata Martins (Doutorando/ UFPA).
Resumo
Este minicurso tem como objetivo convidar a comunidade acadêmica às reflexões acerca de questões relativas a alguns gêneros do discurso histórico e arqueológico, que passaram a serem adotados, por especialistas dessas duas áreas, como fontes de confiança, como a história oral e conhecimentos tradicionais, por exemplo, assim como, analisar a necessidade de substituição de expressões, como “pré-histórico” ou “pré-história” por pré-colonial, “índio” por “indígena” destituindo assim um caráter “colonizador” do discurso, caminhando em direção a uma construção de uma História Antiga da região.
O minicurso será organizado em três momentos: no primeiro, serão apresentadas experiências de pesquisa arqueológica em terras indígenas, no Brasil e na Amazônia enfatizando a participação dos indígenas em todas as suas etapas, para se analisar os gêneros do discurso e a análise interdisciplinar que alia história oral e conhecimentos tradicionais; no segundo, serão apresentados estudos que tratam do período pré-colonial amazônico, que utilizam as manifestações culturais das populações indígenas em diferentes plataformas como testemunho de sua história, superando interpretações expressas na historiografia eurocêntrica que dá esse valor apenas a escrita; e no terceiro e último, pretende-se realizar um debate entre os participantes acerca das representações sociais, de cada um, a respeito da temática do minicurso e as conclusões alcançadas após as provocações lançadas.
Palavras - Chave: Amazônia; História Indígena; História Antiga na Amazônia.
MESAS
Mesa Redonda 02: “Guerras Indígenas”
Palestrantes: Prof. Dr. Décio Guzmán (UFPA); Profª. Dra. Wânia Alexandrino Viana (UFOPA) e Profª. Me. Vanice Siqueira Melo (Doutoranda/ UFPA/UPO/ UFOPA).
Mediador: Prof. Leonardo Raiol.
Local: Auditório Setorial Básico II.
Resumo:
Entre os sécs. XVI-XVIII, as guerras indígenas amazônicas se multiplicaram espacial e cronologicamente. Diversas etnias e sociedades reagiram aos processos coloniais no vale amazônico, dando sua resposta ao avanço dos europeus. A mesa oferece um painel deste tema através da reflexão sobre os casos do noroeste amazônico, do vale do Guaporé-Madeira e do Cabo do Norte.
Mesa - Conferência de Encerramento: “A Agência Roubada – O protagonismo indígena e os mitos fundadores do imaginário ocidental sobre a Amazônia.”
– Conferencista: Prof. Dr. Almir Diniz de Carvalho Júnior. (UFAM)
Local: Auditório Setorial Básico II.
Resumo
O objetivo da conferência é colocar em questão alguns mitos fundadores da construção ocidental da Amazônia que, embora rechaçados e discutidos no espaço da academia por alguns especialistas, continuam a vigorar como verdadeiras estruturas discursivas limitadoras que aprisionam o pensamento crítico e restringem os horizontes de possibilidades para se pensar a história das populações indígenas como agentes na construção do mundo colonial amazônico.
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Abertura das Inscrições:
- Data: 16/08/2019 ao dia do evento.
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